Como Einstein
Autor(a): Bam
Por que gostamos das pessoas?! É, aquele gostar mesmo. Não como um simples amigo, como um possível amante.
Para mim essa sempre foi uma das maiores dúvidas da humanidade! Gostamos por causa da coerção econônima?! (Ah…eu adoro falar essa expressão, me sinto tão inteligente). Por causa dos padrões da sociedade?! Por causa do grupo de amigos?! Por fatores biológicos que impõem que gostemos das pessoas mais simétricas?! Por feromônios exalados?! Por conexões de vidas passadas?!
Cada vez eu formulo uma novo hipótese. E esses dias pensei… como Einstein descobriu tanta coisa?! Pirando na batatinha, claro. E eu, como boa discípula, resolvi seguir seu exemplo!
Decidi imaginar que todos nós somos esquizofrênicos e tempos múltiplas personalidades inconscientemente.
“E aí, o que acontece?! “
Entramos em conflito, claro, porque existem milhões de novos palpiteirinhos fora e dentro de nós.
“Unhh, e o que será? Como eles decidem se gostamos das pessoas?”
Pois é… aí que a coisa fica preta! Precisamos esperar uma concordância de milhões de eus internos… e tem mais um problema!!!! Eles podem concordar que gostamos de uma das nossas criações esquizofrênicas… Então temos que esperar a superação do baque de apaixonarmo-nos por algo que não existe…
Talvez pirar na batatinha só tenha resolvido para o Einstein e não para meros mortais…
